A Mosaic lançou um estudo sobre fertilizantes híbridos e defende o início da produção comercial da tecnologia no Brasil. A proposta combina nutrientes minerais e componentes biológicos.
Segundo o estudo da empresa, a produção nacional poderia reduzir a importação de fertilizantes NPK, sigla para nitrogênio, fósforo e potássio. A estratégia também busca aproveitar minérios extraídos no país.
A Mosaic apresentou o estudo em uma quarta-feira, dia 14; a referência não informa o mês nem o ano. O foco é a produção comercial de fertilizantes híbridos no Brasil.

O debate envolve a composição desses fertilizantes e a possibilidade de ampliar o uso de minerais extraídos no país. A defesa da produção comercial e a redução da dependência de importações são os pontos centrais da proposta.
Como são definidos os fertilizantes híbridos
No estudo da Mosaic, a classificação de fertilizantes híbridos se aplica à tecnologia que reúne nutrientes minerais e componentes biológicos. A combinação dos dois tipos de elementos é o aspecto que define a proposta apresentada pela empresa.
A formulação descrita pela Mosaic associa, portanto, a parte mineral a componentes biológicos. O material citado não especifica a proporção entre esses elementos nem detalha quais componentes biológicos seriam usados.
Além da composição, o estudo trata da possibilidade de levar essa tecnologia à produção comercial no Brasil. A proposta vincula a definição dos fertilizantes híbridos à discussão sobre sua fabricação no país.
Produção no Brasil e redução da importação de NPK
O estudo relaciona a produção nacional dos fertilizantes híbridos à redução das importações de NPK, sigla para nitrogênio, fósforo e potássio. A Mosaic defende que a tecnologia seja produzida comercialmente no Brasil, mas a referência não informa volumes ou metas de substituição das compras externas.
Outro elemento da estratégia é o aproveitamento de minérios extraídos no país. A empresa associa esse uso à produção local, sem especificar quais minérios seriam empregados ou em que quantidade.
A proposta reúne, assim, a fabricação comercial no Brasil, o uso de minerais extraídos no território nacional e a intenção de reduzir a importação de fertilizantes NPK. O estudo não apresenta, no trecho divulgado, um cronograma para iniciar a produção nem estimativas de redução das importações.


